Área Metropolitana de Lisboa Lisboa Av. da Liberdade, Parque Eduardo VII e arredores (Lisboa)

Av. da Liberdade, Parque Eduardo VII e arredores (Lisboa)

Avenida da Liberdade

A Avenida da Liberdade termina num redemoinho de tráfego na rotunda Praça do Marquês de Pombal (também conhecida só como Rotunda, com a estação de metro “Marquês de Pombal”) em homenagem ao estadista que reconstrói a cidade após o terramoto de 1755.

Rotunda Marquês de Pombal

A norte da rotunda encontra o principal parque da cidade, o Parque Eduardo VII de Inglaterra (estação de metro Parque)

Parque Eduardo VII

A abordagem mais fácil é por metro ou por autocarro, embora possa andar pela principal Avenida da Liberdade, são cerca de 20 minutos.

A extremidade inferior da Avenida da Liberdade culmina na Praça dos Restauradores  com o seu alto obelisco que comemora o fim da breve anexação de Portugal a Espanha que ocorreu durante o fim do século XVI a inícios do século XVII.

Praça dos Restauradores
  • Coordenadas: 38.715545, -9.141614

Durante toda a extensão da avenida da Liberdade tem agradáveis ​​esplanada nas faixas verdes que dividem a avenida, Hotéis, e das lojas mais caras em Lisboa.

Correndo em paralelo, para leste, a rua pedonal da Rua das Portas de Santo Antão é conhecida pelos seus restaurantes e por ser o local do Coliseu dos Recreios, popular sala de espectáculos edificada no século XIX.

Rua das Portas de Santo Antão
  • Coordenadas: 38.716790, -9.141056

Após a implantação da república, na rua das Portas de Santo Antão, era conhecida como Eugénia dos Santos e nos anos loucos 20 aqui ficavam os melhores clubes nocturnos de Lisboa nos antigos palácio da aristocracia.

Os melhores clubes era Bristol Club (actual Casa da Fundação do Benfica), Palace Club (actual Palácio do Comércio) e Majestic Club – a actual casa do Alentejo.

  • Coordenadas: 38.715868, -9.140033

Nas ruas da Porta de Santo Antão situa-se a Casa do Alentejo. Originalmente era um Palácio, o Palácio Alverca (século XVIII)  – pertencia à família Pais do Amaral, os condes de Alverca.

Nos anos loucos 20 tornou-se um casino e depois passa a designar-se Monumental Club (embora jogava-se às escondidas), onde se bebia champanhe e se dançava os  novos ritmos frenéticos até às cinco da manhã.

Embora actualmente seja um restaurante de pratos alentejanos, para muitos a comida é uma desculpa para conhecer o interior.

Seu exterior é simples, mas tem um pátio central de estilo neo-arabe, com especial destaque para as suas salas em estilo Luís XV. Também contém peças neo-góticas, neo-rococós e da Arte Nova – vale bem a visita.