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Portalegre (Alentejo)

Casa-Museu do poeta José Régio

  • Coordenadas: 39.288689, -7.429671

Muito perto, dois minutos a pé, chega à Casa-Museu do poeta José Régio – uma paragem obrigatória em Portalegre, professor no liceu de Portalegre que deixou uma obra literária extremamente importante.

 

Palácio Achiolli e o Palácio Avillez

  • Coordenadas: 39.290003, -7.430322

A riqueza produzida, em particular das lojas de seda, nos melhores anos de Portalegre em séculos passados, tem como legado visível a coleção de mansões mercantis e as grandes casas na cidade.

A 2 minutos a pé da casa-museu José Régio, na praça da república, tem grandes palácios de famílias notáveis, por exemplo, o Palácio Achiolli e o Palácio Avilez (atualmente Governo Civil e PSP).

 

Castelo de Portalegre

  • Coordenadas: 39.291404, -7.430516

Da praça da República ao Castelo de Portalegre, são 10 minutos a pé começando na rua Luiz Barahona – antiga Rua do Castelo. No castelo medieval e gótico (século XIII) se destaca a Torre Menagem, testemunha do princípio da crise entre Portugal e Castela (século XIV), que dividiu classes sociais, militares e irmãos.

Na altura, o alcaide era o Mestre (líder) dos poderosos cavaleiros hospitalários, que apoia a pretensão de Dom João de Castela e de Dona Beatriz ao trono português.

A população revolta-se cercando o castelo – teve de “retirar-se” para Crato, a sede da sua ordem militar. O alcaide era Pedro Álvares Pereira, Patriarca da família Pereira, hábil político que apoia o lado mais forte.

O seu meio-irmão mais novo, Nuno Álvares Pereira, tornar-se-á o líder militar que apoia a coroação do mestre da ordem militar de Avis (com sede em Évora). No início tem um exército muito pequeno, mas com cada sucesso, sacrifício, aumenta o laço destes homens para com Dom Nuno – de imensas virtudes não só como militar, mas como homem.

A lealdade para com Nuno Álvares Pereira, e dele para com eles, torna fútil qualquer plano de traição para eliminar o audaz estratega. No dia antes da Batalha da Aljubarrota, Dom Nuno Álvares apresenta o seu plano no Castelo de Porto Mós – vários nobres não acreditam no plano.

Chega a partir só com o seu exército pessoal para preparar e forçar a batalha. Felizmente a restante nobreza muda de opinião, ou se envergonha de o abandonar, e acaba por se juntar à liderança do Condestável (comandante da vanguarda do exército).

Antes da batalha, uma embaixada de cada exército se reúne como último esforço para evitar o inevitável. Do lado castelhano surge outro irmão do Condestável: Diogo Álvares Pereira, cavaleiro da poderosa ordem de Santiago e, no passado, do falecido rei Dom Fernando.

Tenta convencer Nuno Álvares Pereira a retirar o apoio ao Mestre de Avis. Pedro e Diogo Álvares Pereira acabarão por falecer na batalha ganha pelo seu meio-irmão, um desenlace que assegura a manutenção da independência de Portugal.

Numa batalha posterior (Valverde), Nuno Álvares Pereira enfrentará o reputado Mestre da Ordem de Santiago de Castela (Pedro Muñiz de Godoy que morre no duelo pessoal). O sucesso desta batalha quebra o espírito de combate contra Dom Nuno Álvares Pereira, de quem todos nutriam um respeito sincero.