Portugal Algarve Ria Formosa

Ria Formosa

  • Coordenadas: 37.012247, -7.936131

Se pretende conhecer o modo de vida tradicional, doutros tempos, então a Ilha da Culatra dá-lhe um cheirinho destes tempos – ainda é possível observar pescadores retirarem as capturas dos barcos tradicionais.

Há dois cais na ilha: um fica na povoação Farol (viagem de 40 minutos por €5 – ida e volta). No extremo oeste vê o farol que dá nome a este canto, que proporciona belas vistas sobre a ilha e a praia.

O outro cais, é conhecido simplesmente por Culatra, no centro da ilha, e fica ao pé da povoação Culatra – ambos cais ficam ao pé de praias. Pode fazer a caminhada de Farol até Culatra, ao longo da praia ou pelo passadiço de madeira (percurso de cerca de 5,5 km) donde verá uma grande variedade de vegetação e aves como o maçarico-real.

A Praia da Ilha da Culatra se estende deste Farol até ao extremo este da ilha – é enorme, de areias finas e de água límpida.

A maioria fica na secção perto de Farol e as que atracam em Culatra acabam também por ficar perto do cais. Se estiver disposto a andar um pouco terá a ilha só para si, mesmo no verão. Ocasionalmente pode avistar golfinhos na linha do horizonte.

 

 

A cerca de 20 minutos de Faro (para este), Olhão é das mais típicas cidades do Algarve, fora do radar da maioria. É uma paragem obrigatória para quem explora a Ria Formosa, com várias ilhas na sua costa, nomeadamente Culatra e Armona.

Olhão e Ria Formosa

Centro de Educação Ambiental de Marim

Mas antes de deslocar-se em direcção às praias das ilha, se quer conhecer em profundidade a Ria Formosa, comece a sua visita no Centro de Educação Ambiental de Marim (a três quilómetros de Olhão – para este) mesmo à beira da Ria Formosa.

  • Coordenadas: 37.033536, -7.820674

A trilha de observação da natureza começa ao pé do parque de merendas e acaba por deparar-se com o Centro de Educação Ambiental de Marim (CEAM) com exposições temáticas sobre a Ria Formosa.

Depois a trilha prossegue por dunas, pântanos e uma lagoa de água doce. Outros pontos de interesse incluem viveiros de moluscos e ruínas romanas (salga de peixe do século III).

No parque pode observar várias aves: pernaltas, flamingos, colhereiros, corvos-marinhos, patos, garças, enfim, a lista é imensa.

O centro também foi o refúgio do cão de água português. No passado, nas grandes embarcações portuguesas havia sempre dois cães de água, pois são excelentes nadadores e muito inteligentes.

Cão de Água Português