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Vila Viçosa (Alentejo)

Núcleo do Museu Nacional dos Coches

Museu Nacional dos Coches – Núcleo de Vila Viçosa

Na antiga cavalariça habita agora o Núcleo do Museu Nacional dos Coches em Vila Viçosa – o núcleo tem mais de sessenta coches.

 

Igreja e Convento dos Agostinhos

Igreja e Convento de São Agostinho

Os duques de Bragança foram enterrados de frente ao Paço Ducal, em túmulos de mármore (Panteão da Memória) na capela da Igreja e Convento dos Agostinhos (século XIII).

 

Convento das Chagas de Cristo

Convento Real das Chagas de Cristo

As duquesas tinham o seu próprio mausoléu no antigo Convento das Chagas de Cristo, do século XVI, ao lado do palácio, agora Pousada Dom João V.

 

Porta dos Nós

Porta dos Nós
  • Coordenadas: 38.783345, -7.421076

Da praça caminhe um pouco até a estrada fora da vila (a de Borba), e do lado esquerdo avista a Porta dos Nós – um portal de pedra manuelino com o símbolo do nó da família Bragança.

Pelourinho em mármore de Vila Viçosa

  • Coordenadas: 38.780491, -7.417058

A parte moderna do povoamento se espalha à volta do palácio, mas a povoação original está contida dentro das muralhas. A Avenida dos Duques de Bragança percorre da praça do palácio até ao morro Castelo.

Pelo caminho, já perto do robusto castelo, passa pelo Pelourinho em mármore de Vila Viçosa (século XVI): em estilo manuelino – cerca de 8 metros.

Após a crise de 1383-1385, Vila Viçosa passa para domínios de Dom Nuno Álvares Pereira que, mais tarde, doa-a ao neto que nasceu em Vila Viçosa – Fernando I, o afamado 2.º Duque de Bragança.

Foi uma importante voz contra a rendição da Ceuta portuguesa para libertar um príncipe português (que morre em cativeiro no norte de África). Não é só uma voz: participou, com os filhos, na conquista de Alcácer Ceguer (atual Marrocos) em 1458.

E quando Dom Afonso V parte para África para conquistar Arzila, é em Fernando I que confia o reino de Portugal.

Outra ilustre da terra é Martim Afonso de Sousa, comandante da primeira expedição oficial portuguesa ao coração do Brasil. O seu irmão, Pero Lopes de Sousa, relata a expedição em Diário da Navegação da Armada que foi à terra do Brasil (século XVI).

Martim Afonso de Sousa
Martim Afonso de Sousa