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Ilha do Pico (Açores)

A segunda maior ilha dos Açores, com a extensão similar a uma maratona (42 Km de comprimento), tem algo para todos e  aventurar-se por terras altas é motivo suficiente vir ao Pico e apreciar, em companhia, os padrões de nuvens em torno da montanha.

A origem vulcânica está apenas adormecida; sobre o cume no Piquinho, também chamado de Pico Pequeno, encontra um pequeno cone na cratera com fumarolas e distinto cheiro de enxofre.

Várias grutas foram descobertas conhecidas, umas enterradas sob a vegetação – é necessário abordá-las com cuidado. O vinho e as baleias foram essenciais no passado da ilha; reflectido nas extensas vinhas perto de Madalena e no Museu do Vinho – 3 museus abordam a caça à baleia.

Nos últimos anos houve um significativo desenvolvimento do turismo. Durante todo o ano, tem ligações marítimas para o Faial, e entre Maio e Setembro com as restantes ilhas açorianas.

Aeroporto do Pico

  • Coordenadas: 38.552065, -28.443626

O Aeroporto de Pico fica na costa norte da ilha (estacionamento grátis) com vários serviços de câmbio e agências de aluguer de automóveis. Fica a 14 Km do centro de São Roque do Pico e a 10 Km da Madalena.

Na sua periferia fica a popular área Arcos dos Cachorros, freguesia de Bandeiras (Madalena), onde a costa da ilha é recortada por um conjuntos impressionante de formações curiosas e arcos de rocha lávica.

  • Coordenadas: 38.556888, -28.445699

Perto, há uma loja artesanal com bebidas típicas e artesanato. Pode provar licor de amora, de funcho, de tangerina, aguardente com mel, aguardente com bagaceira – todos produzidos pelos próprios.

A cerca de cinco minutos de carro, para Este, encontra o Centro de Interpretação da Paisagem da Cultura da Vinha (São Roque do Pico), no seio da paisagem protegida da cultura da vinha (Lajido de Santa Luzia).

  • Coordenadas: 38.556897, -28.427694

É excelente para conhecer a história do vinho do Pico – com uma prova de vinho e visita aos pequenos espaços rectangulares divididos por muros de pedra (currais) que protegem as videiras do vento.

A primeira riqueza da ilha foi o vinho muito apreciado durante o século XVIII e XIX – foi exportado para a Inglaterra e América do Norte – chegou a ser servido à mesa do Papa e do Czar da Rússia. Depois veio uma praga que matou as vinhas todas. Hoje volta a desenvolver-se com castas novas.